1. A verdade por trás de Friday - Rebecca Black

    yuna7:

    TENSOOO!!! hAUSHUAHSUuh

    (Source: merdadecadadia)

  2. [Flash 9 is required to listen to audio.]

    The Artificial Sea - Outpost, do cd City Island

  3. huffish7arabugenta:

back to the future***

    huffish7arabugenta:

    back to the future***

  4. À terra portenha

    Buenos Aires é linda, linda. Gostei das pessoas, da comida, da arquitetura, enfim, estou ainda encantada. Mas sempre tem o mas.

    Lamento muito que tantos de nós, brasileiros, vejam-na como um “mega shopping outlet”, ou como tendo um ótimo duty free. Eu não queria isso de você, Buenos Aires. Eu quis bater perna por aí, conversar com os taxistas, funcionários e vendedores de livros. Quis tirar fotos de suas ruas, pessoas, animais. Quis tentar sentir um pouco que fosse sua essência, e tentei. Fui ver seu lado não tão bonito, de pessoas com traços não tão europeus, seus camelôs, mendigos, ônibus, manifestos, seus problemas que seu governo tenta tão bem tapar e quase que o consegue.

    Para esse estrangeiro turista que vai encher a cara com seu ótimo vinho e de preço tão barato, comprar com uma moeda que vale menos da metade do Real, você é incrível. Pra mim você é incrível e ainda enigmática, preciso ver de novo. Um dos países com maior manifestação de nacionalismo que é também tomada por um clima tão europeu. Como seus moradores se sentem com isso e com o fato de muitos de nós vê-la como o paraíso das compras?

    Quero te ver de novo, quero ver seu lado mais feio. Sei que você e suas pessoas não estão tão bem quando aparentam ser, e quero entender isso. Quero que suas pessoas se façam notar, que parem as ruas, que se façam ver e realmente dêem fora em mimadinhas que vão pra saber de porra de outlet da Barbie. E, por favor, deixe-se notar mais.

    Hasta luego, Buenos Aires querida. Espero voltar logo.

  5. Alegria, vai lá! (?)

    Lembrando-me de um texto que li recentemente, não acho que a alegria seja uma emoção super-estimada, mas sim super-buscada. Ela deveria fluir dos sentimentos que nela implicam: conforto, satisfação, afeição, etc. Super-buscada, porque não sabemos mais (ou nunca soubemos) lidar com a dor e com coisas ditas como “negativas”, especialmente a melancolia. E isso se reflete em inúmeras coisas cotidianas: programas de humor babaca, remédios, otimismo oco, mas vamos escolher apenas uma pra simplificar.

    Que tal música? Yeeeeee!

    Como já disse uma vez no twitter, tô extremamente cansada de música pop-eletrônica farofa, com cantoras que não sabem cantar e não se esforçam pra melhorar. Mas isso nem é tudo, porque eu acho bacana você gostar da música “de graça”, sem prestar tanta atenção assim à técnica e tal. A questão que me incomoda também é a letra.

    Porra, a vida não é uma pista de dança, ninguém vai dançar até o mundo acabar e ficar de ressaca não é uma sensação boa. E sabe o mais legal de tudo isso? A efemeridade. Efemeridade o quê? 

    Efêmero: Pouco duradouro; passageiro.

    Uma sociedade alimentada por uma cultura de massa, da música dita como intelectual até a mais podrão-cabaré. Tem coisa mais óbvia? A alegria de ser feliz por 3:45 ou enquanto o álcool ainda fizer efeito na cabeça na verdade não é ilegítima, digamos assim, mas o fato dela ser um escapismo pra sentimentos que NÃO são negativos, entendam, desvaloriza muito pra mim a proposta.

    Vou dizer de novo. Melancolia não é ruim, tristeza não é ruim, se você não fugir dela e souber lidar ao invés de ficar ouvindo a farofada jovem-rádio e fingindo estar feliz. Alegria é bom, é massa, ajuda a superar situações difíceis e a sorrir de coisas mais trágicas, e isso não é efêmero. Efêmero é sua alegria durar apenas enquanto a música estiver tocando.

  6. http://everydayproblems.tumblr.com/

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